Noticias: Feira Literária do Pará ecoa vozes da literatura paraense na livraria Fox

No quarto ano de realização a FLIPA mostra que o público paraense está cada vez mais voraz pela leitura

outubro 14, 2017 - Postado Por: Francisco Neto
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No quarto ano de realização a FLIPA mostra que o público paraense está cada vez mais voraz pela leitura




🎶 "No meio do Pitiú, No meio do Pitiú, No meio do Pitiú" 🎶 ecoa a música de Dona Onete, enquanto escrevo esse texto para vocês. Palavras, as quais quero deixar totalmente a impessoalidade, a qual costumo trabalhar enquanto escrevo uma resenha para vocês. Mas isso tem uma explicação: O sentimento que tive ao vistar a Feira Literária do Pará - FLIPA, que está sendo realizado na Livraria Fox nos dias 14 e 15 de outubro de 2017.

Apenas alguns dias depois da maior festa cultural/religiosa da cidade de Belém. A Flipa é um encontro de pessoas. De autores com leitores. De uma geração do rádio, da tv, e também os interconectados com a internet. Um fragmento da sociedade paraense está nas páginas dos livros que lá se encontra. Isso é maravilhoso, porque mostra, que os livros estão com tudo. Pode não ser a moda da vez, mas é a moda que nunca irá desaparecer. Se depender do que vi.



Ao abrir o portal para esse mundo mágico das palavras, da criatividade paraense. Eu simplesmente me senti em uma outra aura. Como se meu corpo tivesse entrado em outro universo paralelo, cheio de emoções, de signos e significados. Encontrei amigos autores, amigos da vida, fiz amigos naquele momento. O livro tem disso de aproximar pessoas, não é verdade?



🎶 "Amor, amor, amor, me abrace mais forte amor, amor" 🎶 Agora, ao som da música de Lia Sophia, vim contar a vocês que uma das primeiras pessoas que encontrei, foi a Clara Gianni. Vocês, possivelmente já viram esse nome. Isso porque ela é colaboradora do Sooda Blog. Uma jovem de apenas 18 anos, o qual a gente via o brilho em seus olhos, ao falar do seu primeiro conto lançado em uma antologia, que tem junto com ela, autores como André Vianco. Ela me contou a emoção de ter sua primeira obra publicada. Meu coração chorou um pouco. A literatura ganhou uma pessoa especial. Posso garantir isso a vocês.

O seu conto, assim como a antologia, fala sobre vampiros. E na FLIPA, esses chupa-sangues estavam juntos a romances hot, românticos, obras de fantasias, não ficção, história do futebol paraense, folclore amazônico, poemas, obras filosóficas, terror filosófico (confiram Zon: O Rei do Nada e Pesadelos Infaustos), títulos que refletem a sociedade atual, o femimismo, o movimento LGBTQ e até mesmo a republicação de clássicos, da literatura paraense. Como Ponte do Galo que está em uma edição primorosa, que dá gosto de vê. Algo que Dalcidio Jurandir com certeza merecia. E o debate que se estendeu no final da noite, provava isso.





🎶 "É ouro, prata e brilhante, as inciais BP, de rubis e diamantes, estrelinhas tão cintilantes, que é pra todo mundo" 🎶. Agora o Arraial do Pavulagem está no meu Spotify, enquanto finalizando para vocês, que os rostos felizes que vi na FLIPA, alguns cansados (livreiros e autores), mas felizes mesmo assim, mostram que muitas pessoas estão cada vez mais próximas do mundo do livros. Da literatura que merece ser valorizada. E essa iniciativa do Grupo dos Escritores Paraenses (Pagés), Livraria FOX e Editora Empíreo tem de ser apoiada cada vez mais, por todos nós.

Então aproveitem o dia de amanhã, que ainda tem programação, especialmente para o público infantil e jovem:



Nos encontramos por lá!!! Até a próxima... 😉. Ah, se forem por lá, usem a #tonaflipa e postem no instagram que vocês já estarão concorrendo a livros (Uhuuuul)



MÚSICAS UTILIZADAS NESSE POST:





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